|
|
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| |
|
|
|
||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| |
![]() |
|
|
||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| |
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| |
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Karla Costa-Taylor - Brasil ![]() Nome: Karla Costa-Taylor Data de Nascimento: 10 de Outubro de 1973 Naturalidade: Brasileira, Rio de Janeiro Anos de Bodyboard: 17 (desde 1990) Competição ou free-surf: Competição Apoios/patrocínios: ATD Bodyboards, k2w webdesign Spots onde surfas: Uvongo, Lucian, NB e Cave Rock Onda favorita: Cave Rock, Pipeline,Backdoor Manobra de eleição: manobra radical... backflip, ARS, tubo Viagens realizadas: Hawaii, México, Austrália, Costa Rica, Brasil, Portugal, França, Espanha, Japão, África do Sul, Ilha Reunião, Indonésia, Sumatra, Tahiti Viagem de sonho: Hawaii (gosto muito), África do Sul e Tahiti Gostava de ir a Fernando de Noronha, no Brasil, ilhas Fiji e ilhas Canárias. Fonte de inspiração: Minha mãe. Minha mãe é muito guerreira, batalhadora e tem uma visão da vida muito saudável. No bodyboard tem muitos... Alistair Taylor, Neymara... Momento mais marcante enquanto bodyboarder: Além do título mundial, algumas viagens no mundo, com os amigos. Karla Costa-Taylor é um exemplo de determinação e amor pelo bodyboard. Oriunda do Brasil mas a viver, actualmente, na África do Sul, esta veterana das ondas tem na familia uma sólida fonte de inspiração. Durante o Sintra Pro 2007, Karla conversou com o BoogieChicks.com e contou-nos um pouco do seu emocionante percurso como bodyboarder. Karla, lembras-te da primeira vez que apanhaste ondas? Como foi? Lembro... (risos) Foi com minhas amigas, na Praia da Barra, no Rio. Uma emprestou a prancha e fui de bikini, só com t-shirt, sem pés de pato. Foi uma sensação incrível... foi amor à primeira onda! (risos) Como foi a passagem para o mundo da competição e da competição como profissional? A minha mãe foi a grande responsável. No início, eu não queria competir. Aí, minha mãe me inscreveu no primeiro campeonato e tive de ir. De início, a primeira competição foi muito má mas depois vi que tinha capacidade de fazer melhor e me incentivei a me dedicar mais ao bodyboard. Comecei nas iniciantes, tomando gosto, amador, pro... Em '95 começou o Circuito Mundial e foi aí que fiz a primeira viagem internacional. E como é ser campeã mundial? (Karla foi campeã mundial em 99 e vice em 1995 e 2002) É um sonho... um sonho de toda a atleta que começa, primeiro começa a querer conquistar pequenos títulos e depois começas a ter nível para ir competir pelo mundial. É realmente incrível! É uma vida de muita dedicação ao desporto e treino. É difícil mas é possível. O que significa correr o Circuito Mundial de Bodyboard feminino (WWT)? Hoje em dia, significa puxar ainda mais os meus limites e inspirar as meninas envolvidas, ajuda-las e me ajudar. É uma atmosfera muito agradável... apesar da competição. O que é mais difícil ou angustiante para ti ao correr o mundial? Ficar longe do meu filho, da minha família... A meio da tua carreira como atleta, foste mãe. De que modo a maternidade influenciou a tua vida como bodyboarder? Ser mãe é uma experiência incrível de amor, de dedicação, de abdicação. Fez-me melhor como pessoa, me completou. Tive de parar pois não me conseguia separar do meu filho. Demorou um pouco a retornar à competição mas eu acho que o talento está dentro da pessoa e acho que agora estou preparada para voltar a como era antes. Chegaste a surfar de barrigão como a Neymara? (risos) Não... Assim que soube que estava grávida, não surfei mais com tanta força. Continuei próxima do mar, nadava mas parei durante um ano. E como foi o regresso? Este ano, este é o segundo evento e vou tentar ir aos outros. Este ano é como que um ano de decisão, ou volto ou não, dependendo de como me sinto e dos patrocínios... porque é difícil viajar. Já corres o WWT há muitos anos, que diferenças encontras entre os primeiros anos em que participaste e as etapas de hoje em dia? Hoje em dia, temos mais riqueza em termos de boas atletas, antes eram mais as brasileiras que eram as melhores. Sempre foi difícil mas as meninas agora estão mais radicais e a acreditar que podem surfar com mais power e estão a puxar o nível mais para cima. Qual é o segredo das brasileiras? (risos) As brasileiras têm muita garra, são talentos inatos. Noutros países também têm muita garra e talento. Talvez noutros países seja preciso batalhar mais... nas brasileiras é mais inato e também temos muitas atletas para nos espelhar. (Contámos a história do "prognósticos só para o fim do jogo") Prognósticos para este "jogo"? (risos) Bom, é mesmo prognósticos só para o fim do jogo. (risos) Tudo pode acontecer. Tem as favoritas mas elas precisam de surfar para ganhar. Naqueles 20 minutos é que se decide quem é melhor naqueles 20 minutos... prefiro não dizer um nome. Conheces o projecto Boogie Chicks? Qual é a tua opinião sobre o conceito? Acho lindo o trabalho da Catarina. Devia ter sido feito antes mas no seu tempo tudo acontece. Espero que tenha muito sucesso e que saiam muitas campeãs. Queres deixar alguma mensagem final às Boogie Chicks? Desejo que aproveitem esta experiência linda que é o bodyboard, curtam cada momento. Acreditem no vosso potencial e não se desanimem com o que os outros falam. É importante acreditar em si mesma. Eu queria agradecer a ATD bodyboards, nossa marca de pranchas e acessórios. Sem o apoio deles e de minha família, especialmente meu irmão Kado, minha vinda a Sintra não seria possível. A eles espero exibir todo o retorno. ![]() Obrigada por nos teres concedido esta entrevista, foi um prazer falar contigo! Boa sorte nas competições!
boogiechicks.com
(entrevista realizada em 25 de Agosto de 2007) Fotos: www.BoogieChicks.com - www.surfersvillage.com Podes visitar o site da Karla em: www.k2w.com.br/karla |
|
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| |
|
|
|
||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| |
|
|
|
|
|
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||