Nome:
Neymara Rocha de Carvalho
Data de Nascimento: 1 de Abril de 1976
Naturalidade: Brasileira, Vila Velha ES
Anos de Bodyboard: 16 (1989)
Competição ou free-surf: Competição
Apoios/patrocínios: Chocolates Garoto, Banco Banestes
e Kpaloa
Spots onde surfas: Barra de Júcu - ES
Onda favorita: Backdoor - Hawaii
Manobra de eleição: ARS
Viagens realizadas: Litoral brasileiro, Tahiti, Hawaii,
Indonésia, Portugal, Equador, Japão, França, Ilhas Guadalupe, Ilhas Reunião,
Marrocos e Espanha
Viagem de sonho: Filipinas
Fonte de inspiração (bodyboarder): Ryan Hardy e Karla Costa
Momento mais marcante enquanto bodyboarder: O primeiro
título mundial assim como a primeira vitória em Pipeline.
Que recordações guardas dos teus primeiros momentos enquanto bodyboarder?
Quem te introduziu no desporto?
Alegria será a palavra certa para descrever o que senti quando
comecei a praticar o esporte. Comecei praticando graças ao meu irmão.
Ele praticava surf, e eu decidi ir no bodyboard.
Em 2005, correste parte do circuito mundial grávida. Como foi
esta nova faceta enquanto competidora e bodyboarder?
Foi fascinante para mim e estranho para as outras pessoas. A cada competição
eu ia à médica e fazia exames que comprovavam a minha aptidão para a prática
competitiva, aí eu ficava tranquila. Foi muito especial para mim e penso
que para a Luna (filha) também.
Hoje em dia é facil aliar a corrida pelo tri-mundial com a tarefa
de ser mãe?
Não nada mesmo. No entanto a Luna me dá cada vez mais motivação
para continuar na luta pelo terceiro título mundial.
Há vários anos que competes aqui no Sintra Pro. O que te tem vindo
a marcar mais nesta competição? E que importância tem vindo a ter nos
teus resultados?
Já venci a prova de Sintra quatro vezes, sendo por isso uma
meta alcançada ao longo dos anos. O Sintra Pro é a melhor etapa do tour,
como tal a vitória é importante para a carreira de qualquer um.
Que ambições tens para este ano de 2006?
Vencer o circuito brasileiro e conquistar o terceiro título mundial.
O bodyboard feminino entrou em clara expansão. Quem destacarias
da nova geração brasileira?
Por procurarem um surf mais radical, destacaria Isabela Sousa e Jessica
Becker.
Que importância pode ter um evento como o Boogie Chicks no crescimento
do bodyboard no feminino?
Eventos como o Boogie Chicks assumem uma enorme importância, pois trabalham
o nível das mais novas, fazendo surgir novos talentos.
Queres deixar algum tipo de mensagem a todas aquelas que assim
como tu partilham a paixão pelo bodyboard?
Mantenham sempre acesa a chama que vos faz praticar o esporte, sempre!
Independentemente de competirem ou apenas fazerem free-surf.
Obrigada por esta entrevista e boa sorte!
boogiechicks.com
(entrevista
realizada a 24/08/2006)
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