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TUGAS NO HAWAII PARTE III - MARTA LEITÃO

Marta chegou e convenceu tudo e todos, chegando ao Main event, perdendo apenas na fase dos oitavos de final.

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Apesar da entrevista ter sido realizada antes de Marta chegar a verdade é que ela chegou e passado 2 dia já estava a competir.


1. BC: Como te sentes ao se aproximar a data da tua 1ª temporada Hawaiana?

ML: Na verdade é a segunda vez que vou ao Hawaii, fui pela primeira vez em 2009 mas por questões profissionais na altura só consegui ir por uma semana. Nesse ano não houve campeonato para a divisão feminina, mas fui assistir ao campeonato masculino, onde o meu namorado participou pela primeira vez e confesso que fiquei impressionada com o que vi.

De facto, é muito diferente ver as imagens em casa e estar na areia em frente a Pipeline a ver aquelas ondas! Surfei muito pouco, pois os dias foram quase todos de campeonato, mas vi ondas incríveis, dias de ondas muito grandes e um crowd proporcional ao tamanho das ondas! Este ano vou um pouco mais de tempo e espero poder aproveitar os dias ao máximo.

Eu adoro viajar, ainda mais quando é para fugir do inverno, e claro o facto de ir participar na primeira etapa do tour dá sempre muita adrenalina.

2. BC: O que te levou a investir nessa maravilhosa viagem?

ML: De há uns anos para cá tenho vindo a investir em viagens em que possa conciliar a participação nos campeonatos, que são sempre uma aprendizagem, com umas férias em locais do meu agrado. No ano passado, por exemplo, estive todo o mês de novembro em Porto Rico, e nessa altura decidi que em 2013 voltaria ao Hawaii, desta vez para participar na prova e gozar um pouco mais de dias para desbravar aquele paraíso. Para ajudar, em dezembro encontrei uma viagem baratíssima, o que fez com que não hesitasse. Também desafiei a Carina Carvalho, da Madeira, e com companhia garantida também foi mais fácil.

3. BC: Planeaste algum treino especifico para as ondas hawaianas?

ML: Sei que o que vou encontrar é muito diferente das ondas que surfo habitualmente, mas infelizmente tenho um trabalho normal que não me permite estar sempre dentro de água nem procurar os melhores spots… Procurei surfar sempre que possível, e intensifiquei a minha preparação física no ginásio e piscina, com treinos diários.

4. BC: Tens algumas referências sobre o local ou vais à aventura?

ML: Como já lá estive e conheço muita gente que vai quase todos os anos, tenho algumas referências sim, mas é sempre uma aventura!

5. BC: O que pensas que vais encontrar?

ML: Vou encontrar um sítio maravilhoso, tranquilo, com uma atmosfera única que nos faz estar de bem com a vida, gente simpática, ondas muito exigentes e desafiantes, um outro nível de surf, e muito crowd também.

6. Relativamente à competição, qual o teu objetivo? Chegar ao evento em Pipeline?

ML: Apesar de ter feito algumas etapas no ano passado, penso que a minha posição no ranking não permitirá entrar directamente em Pipeline, por isso o primeiro desafio são os trials em Turtle Bay, uma onda que não conheço. Sei que a competição vai ser difícil, de ano para ano surgem novos talentos, e só espero conseguir dar o meu melhor. Se isso permitir que chegue a Pipeline, claro que fico muito feliz, mas vou sem pressões, quero aproveitar a viagem ao máximo além da parte da competição em si.

7.BC: Algumas palavras que queiram deixar às meninas que ficam por cá...

ML: Às meninas que ficam e que gostavam de ir, espero que numa próxima vez possamos ser mais a estar presentes no Hawaii! Vamos dando notícias

Fotos

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TUGAS NO HAWAII PARTE II - CARINA CARVALHO

Carina Carvalho vem da Madeira e estará pela primeira vez no Hawaii para participar na 1ª etapa do Circuito Mundial.

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O motivo da sua viagem não passa só pela competição mas também por conhecer um pouco do paraíso Havaiano.

BC: 1. Como te sentes com o aproximar a data da tua 1ª temporada Hawaiana?

CC: Feliz, excitada e muito expetante ;)

2. BC: O que te levou a investir nessa maravilhosa viagem?

CC: Não tinha o Hawaii como viagem prioritária este ano apesar de sempre achar que era um destino obrigatório um dia para fazer.

No entanto em conversa com Catarina que me informou que existem muitas ondas e muitos dias surfáveis no North Shore, pela companhia que consegui para viajar e pelo aliciante preço levou-me a decidir que seria uma boa aposta.

E é claro, o facto de ter a referência deste destino como o que apresenta das melhores ondas do mundo e de continuar a ter o apoio imprescindível do meu patrocinador principal a "Venda do Sócio" para 2013, enquanto atleta de bodyboard :)

3. BC: Tens planeado algum treino específico para as ondas hawaianas?

CC: Tenho nadado duas vezes por semana e procuro surfar pelo menos 2 vezes também. Mas infelizmente não me sinto no melhor momento de forma a surfar pois os últimos meses têm sido fracos de ondas na Madeira. Entretanto tive também três semanas parada devido a lesões, uma no final do ano de 2012 e duas agora em janeiro o que se reflete na fluidez do meu surf.

4. BC:Tens algumas referências sobre o local ou vais à aventura?

CC: Apenas tenho como referência a onda de Pipeline como uma das mais poderosas do mundo. Mas como prefiro direitas estou com vontade de me atirar às direitas de backdoor, apesar de saber que é uma onda rasa no final.

Mas como sei que é cheio de crowd não quero criar muitas expetativas.
No que se refere a outras ondas não faço a mínima e nem sei como será a onda de Turtle Bay onde irá decorrer os trials.

Mas vou ao Hawaii não apenas pelas ondas mas também pelas outras atrações que há em termos culturais, como já referi.

5. BC: O que pensas que vais encontrar?

CC: Muitas ondas, bicicletas e secret Luaus :)

6. BC: Relativamente à competição, qual o teu objetivo? Chegar ao evento em Pipeline?

CC: Gostava de passar os trials para poder surfar Pipe apenas com mais três competidoras, apesar de ser apenas por 20min e do stress associado em competição, mas seria uma oportunidade única.

7. BC: Algumas palavras que queiram deixar às meninas que ficam por cá...

CC: Se gostam da modalidade, estabeleçam prioridades na vida para que viajem muito não só para desfrutar das ondas nos sítios mais exóticos mas porque o mundo é uma coisa fantástica a explorar :). Querer é poder :)

Fotos

Mais infos em http://www.facebook.com/#!/carina.carvalho.944

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TUGAS NO HAWAII PARTE I - ANA ADÃO

Ana Adão está pela pela primeira vez no Hawaii e conta-nos um pouco daquilo que pensa ser o paraíso.

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1. BC: Como te sentes ao se aproximar a data da tua 1ª temporada Hawaiana?

AA: Ansiosa, muito ansiosa mesmo! Quando estava em época de exames na faculdade tentava concentrar-me ao máximo, mas a minha cabeça já estava noutra :)

2. BC: O que te levou a investires nessa maravilhosa viagem?

AA: Inicialmente, o preço da viagem. Depois, surgiu um problema e fui praticamente "obrigada" a ir, porque o meu irmão é menor de idade e precisava de uma pessoa para o acompanhar, que chatice! ;) Ir ao Hawaii sempre foi um dos meus sonhos e todas estas situações proporcionaram a minha ida.

3. BC: Planeado algum treino especifico para as ondas hawaianas?

AA: Treino físico apenas, porque apesar das condições para surfar não terem ajudarem nestas ultimas semanas, o mês de Janeiro é sempre muito complicado porque tenho muitos exames para fazer.

4. BC: Tens algumas referências sobre o local ou vais à aventura?

AA: As referências do meu irmão, que são muito sagradas e é ele quem me vai ajudar durante a minha estadia por lá.

5. BC: O que pensas que vais encontrar?

AA: Não sei, por mais que idealize imagens na minha cabeça, só quando chegar posso tirar as minhas próprias conclusões! . Sei que será um grande desafio para mim e espero conseguir adaptar-me aquela realidade e aproveitar ao máximo o que o paraíso tem para oferecer!!

6. BC: Relativamente à competição, qual o teu objetivo? Chegar ao evento em Pipeline?

AA: Quero mesmo aproveitar ao máximo aquele paraíso e dar o meu melhor durante o campeonato.

7. BC: Algumas palavras que queiram deixar às meninas que ficam por cá...

AA: Bem, adorava partilhar esta aventura com mais meninas portuguesas, mas como não será possível, vou tirar o melhor partido desta oportunidade. Acho que é uma realidade complicada, completamente diferente da que estamos habituadas, mas ao mesmo tempo importante para a nossa evolução como bodyboarders e como pessoas. Fiquem a torcer por nós, vamos dar o nosso melhor! :)

Fotos

Mais infos em http://www.facebook.com/#!/anaadaobb?fref=ts

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