Marta Fonseca - Carcavelos

Nome: Marta Sofia Barros Lobo da Fonseca
Data de Nascimento: 8 de Fevereiro de 1988
Naturalidade: Lisboa
Anos de Bodyboard: 5 (comecei a praticar em 2002)
Competição ou free-surf: free-surf (é
o que gosto mais de praticar)
Apoios/patrocínios: Nikita e Nova Onda - Clínica
de Bodyboard
Spots onde surfas: Carcavelos, Praia Grande e Ericeira,
de vez em quando.
Onda favorita: Bubble - Fuerteventura (Canárias)
Manobra de eleição: tubo
Viagens realizadas: Viajei pelo país e Fuerteventura
- (Canárias)
Viagem de sonho: Indonésia... Austrália...
Fonte de inspiração: Bernardo Abreu, Catarina Sousa e
internacional... Brandon Newton
Momento mais marcante enquanto bodyboarder: A primeira
vez que fiz um tubo.
Numa pausa do Garnier Boogie Chicks 2007,
falámos com Marta Fonseca, uma das presenças
assíduas nestes eventos. Sob o sol da Praia Grande, tivemos uma
conversa serena com a simpática atleta de Carcavelos.
Como chegaste ao bodyboard? Houve alguém que te tenha influenciado?
Comecei no Verão, ia com o meu pai para o mar. A minha família
é muito ligada ao mar.
O momento decisivo em que vi que era mesmo bodyboard que eu queria, foi
quando vi o Campeonato do Mundo na tv.
Assim se vê a importância da divulgação
da modalidade nos media...
É verdade.
Este ano entraste para a universidade.
Sim, para Ciências do Desporto na FMH.
Esse facto mudou a forma como praticas bodyboard?
Mudou, a minha disponibilidade não é a mesma. A faculdade
é mais exigente que o secundário. Como a prioridade são
os estudos, tenho de abdicar de uma surfada outra para poder ter os resultados
que quero na faculdade.
Segues algum programa de treinos? De que modo te preparas para
as competições?
Tento surfar três vezes por semana, embora às vezes não
consiga. Para além disso faço natação regularmente
ou corro... depende.
Qual a tua opinião acerca do bb feminino actualmente? Notas diferenças
na modalidade, no nível das miúdas desde que praticas bb?
Noto imensa diferença. Quando comecei a fazer bodyboard era raro
ver miudas na água. No Esperanças eramos só cinco.
Nota-se muita diferença, no Esperanças e no Open o número
de miúdas tem vindo a aumentar. O Boogie Chicks
tem muita influência nessa evolução do bodyboard feminino.
Vens ao Boogie Chicks desde a primeira edição, em Oeiras.
O que te faz continuar a participar?
É sempre uma oportunidade de aprender coisas novas. Há sempre
uma dica que os monitores dão que, mesmo que não apliques
logo, podes aplicar mais tarde. O convívio, o estarmos todas juntas
é muito giro.
Divirto-me imenso...
Acho que nós, que já estamos na modalidade, devemos apoiar
estas iniciativas pois é muito importante ajudar a divulgar a modalidade
e arranjar mais apoios.
O que pensas do Boogie Chicks e das diferenças das várias
edições?
Nota-se evolução na estrutura, está cada vez melhor,
também devido aos patrocínios que a Catarina tem conseguido
arranjar.
E o Campeonato BC em três categorias?
(Nas edições anteriores) as miúdas mais novas/iniciadas
não se sentiam muito motivadas para se inscrever no campeonato
pois achavam que não tinham hipótese de chegar ao fim. Com
três categorias, correu melhor pois sabem que vão competir
com miúdas do mesmo nível.
Por falar em competição, quais são os teus
objectivos para 2007?
É o primeiro ano que vou correr o Open do início
ao fim, na integra. A primeira etapa até correu bem. Vou tentar
ficar entre as 10 primeiras: é esse o meu objectivo deste ano.
Deixa-nos uma mensagem às miudas que estão a começar
no bodyboard.
Nunca desistam! Não tenham vergonha de irem para a água
mesmo que sejam as únicas. Não tenham medo de fazerem as
coisas mal pois um dia farão bem.
(entrevista
realizada em 8 de Julho de 2007)
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